UMF e SWU prometem agitar o estado de São Paulo nos meses de Novembro e Dezembro
Um vai rolar na capital paulista, o outro vai acontecer na cidade de Paulinia, um vem com a pegada de sustentabilidade, e rock’n'roll, além é claro do eletrônico, e o outro é eletrônico na veia.
Mas a verdade é que os dois maiores eventos do estado de São Paulo, nos próximos 50 dias irão arrastar uma verdadeira multidão. Esta em dúvida em qual ir? Talvez você nem consiga mais ingresso, pois eles estão sendo disputados a “tapas” nos sites oficiais e nas promoções que estão rolando durante estes meses que antecedem os eventos.
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Festival SWU anuncia duas novas atrações no palco principal
Com o primeiro lote de ingressos do lounge vip já esgotado, o SWU (abreviação de “Starts With You”) vai aos poucos dando as caras. O espetáculo, que recebeu milhões de pessoas na edição anterior, retorna com a ideia de unir música e sustentabilidade e promete se superar neste ano: o evento vai trazer cerca de 70 atrações durante os dias 12, 13 e 14 de novembro, em Paulínia, interior de São Paulo.
O festival que já tinha Black Eyed Peas, Kanye West e Copacabana Club no seu line-up anunciou na última sexta-feira mais duas atrações do palco New Stage: os norte-americanos do Matt and Kim e os brasileiros Miranda Kassin e André Frateschi, que se apresentam no primeiro dia do evento.
Formada no Brooklyn com um som simples, alegre e dançante, embalados no ritmo do indie pop, a dupla Matt & Kim, com três discos de estúdio, sendo o mais recente “Sidewalks” se apresentou no Brasil em 2009. Já a dupla brasileira, pretende apresentar no SWU seu projeto “Hits do Underground”, onde tocam músicas de artistas da nova geração brasileira.
New Order será atração principal do Ultra Music Festival Brasil 2011
O grupo New Order foi anunciado na última quinta-feira (13) como atração principal do Ultra Music Festival Brasil. O festival é um dos maiores eventos de música eletrônica de Miami e essa será sua primeira edição brasileira. Dentre os outros nomes que estarão no festival estão MSTRKRFT, Swedish House Mafia, Major Lazer, 2ManyDJs e outros.
O UMF acontecerá no dia 3 de dezembro no Sambódromo Anhembi, em São Paulo. No total, serão 22 atrações nacionais e internacionais. A organização promete 80 horas de música, sendo 27 no Anhembi e o restante distribuído em casas de shows e boates. Os ingressos já podem ser adquiridos pela internet e custam R$180, para mulheres, e R$210, para homens. (primeiro lote esgotado!)
Essa será a segunda visita do New Order ao Brasil, desde que estiveram no Rio de Janeiro, em 2006. Os ingleses se apresentarão sem o baixista e fundador, Peter Hook. O grupo retomou recentemente a carreira, quando substituiu Hook por Gillian Gilbert. A volta aos palcos sem sua presença não agradou o baixista, que já declarou que fará de tudo para prejudicar o grupo.
Sinta o gostinho do SWU 2011:
Sinta o gostinho do UMF 2011:
Smirnoff apresenta “Nightlife Exchange Project”, A maior troca de experiências do melhor da vida noturna do mundo.
David Guetta e Usher lançam clipe de ‘Without You’

Acaba de sair do forno o novo clipe do David Guetta, com o hit 'Without You', sua parceria com Usher
David Guetta acaba de divulgar o clipe de ‘Without You’, sua parceira com o rapper Usher, que faz parte do seu último disco ‘Guetta Nothing But The Beat’. Jessie J, Chris Brown, Lil Wayne, Nicki Minaj, Flo Rida, Ludacris e Akon também participaram do álbum do DJ francês.
‘Without You’ – David Guetta feat. Usher
Quer mais? Os bastidores da gravação também foram divulgados no canal do cantor no Youtube. Olha só!
Behind The Scenes ‘Without You’ – David Guetta feat. Usher
Balada Week 2011 – Capital paulista vai ferver ainda mais entre os dias 17 e 30/10
Já imaginou curtir duas semanas de balada em São Paulo pagando para entrar pouco mais que o valor de uma noite? Isso é o Balada Week. A ideia é simples: o baladeiro precisa comprar uma pulseira que funciona como uma espécie de “passe livre”, que proporciona desde entrada free em baladas até double drinks em bares e restaurantes. Os “passaportes” já estão à venda no site ObaObaingressos.com.br.
Este ano, o evento rola entre os dias 17 e 30 de outubro e traz algumas novidades: agora todas as pulseiras têm validade de sete dias, ou seja, de segunda a domingo (na edição passada, um tipo específico de passaporte só servia durante os finais de semana). Como o Balada Week tem duas semanas de duração, quem quiser curtir a festa por inteiro precisa comprar duas pulseiras.
Em 2010, o Balada Week contou com exatos 105 estabalecimentos participantes. E este ano esse número também vai ultrapassar a casa dos 100. Entre os nomes divulgados até aqui, destaque para algumas novidades do circuito boêmio paulistano, como o Beat Club, balada inaugurada este ano na região do Baixo Augusta; o Boteco Seu Miagui, bar especializado em culinária japonesa, no Itaim Bibi; e o Manotango, que promove shows de tango e leva um pouco da atmosfera argentina para São Paulo.
A pulseira do Balada Week dá direito a acesso free nas baladas participantes, além de double de bebidas e petiscos durante o pré e o pós balada. Alguns estabelecimentos vão oferecer até welcome drinks aos seleto grupo que comprar os “passaportes”. Assim que surgirem novas informações, como nomes de novos bares, baladas e restaurantes participantes, a gente divulga aqui para vocês.
O 1º lote de pulseiras que dá direito a uma semana de Balada Week custa R$ 110. O pacote especial com duas pulseiras custa R$ 193.
UseHuck: Uma atitude do bem.
A Huck é uma marca de camisetas vendida apenas pela internet. Uma parceria de uma grife carioca com o apresentador Luciano Huck. As t-shirts são sempre brancas e recebem estampas inspiradas em causas sociais e atitudes do bem. A cada semana uma nova estampa é lançada e fica à venda apenas por 7 dias.
Cada edição tem tiragem limitada: quando uma estampa entra, a anterior sai de cena. Além de ganhar visibilidade, as causas inspiradoras serão beneficiadas com parte dos lucros da venda daquela camiseta.
Que bom seria se essas crianças não precisassem de nós, mas felizes somos de poder servi-las.
As camisetas estão à venda no site: http://www.usehuck.com/
Com muita chuva Guns N’ Roses, System of a Down e Evanescence foram as estrelas do último dia do Rock in Rio 2011
O útlimo dia de Rock in Rio teve uma das programações com mais peso no Palco Mundo, por conta das presenças de System of a Down, Guns N’ Roses e Evanescence. A noite teve a graça da musa roqueira Pitty, riffs memoráveis como o de “Welcome to the jungle” e canções barulhentas como “Chop suey”, do SOAD.
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Com discurso ‘verde’ e rock pesado, System of a Down ferve o Rock in Rio
Com a primeira pancada na guitarra de Daron Malakian, às 23h18 deste domingo (2), caiu o pano que cobria o Palco Mundo para revelar o cenário do System of a Down no Rock in Rio. O show da banda californiana de hard-rock contou com 28 músicas num set list que se estendeu até depois da primeira hora da manhã desta segunda.
Reunida este ano após uma separação que durava desde 2006, o grupo apresentou um dos repertórios mais recheados entre as atrações internacionais desde o começo do festival. Incluíram faixas de todos seus álbuns: da estreia “System of a Down” (1998), “Toxicity” (2001), “Steal this album!” (2002), “Mesmerize” e de “Hypnotize” (ambos de 2005).
Quando havia tempo, Serj Tankian aproveitava para discursar sobre o meio-ambiente: “sem nosso ecossistema, morremos!” Lembrou ainda das duas guerras mundiais do século 20. Quando não estava se manifestando, Tankian disparava sua saraivada de palavras acompanhado pelos riffs desnorteantes da guitarra de Malakian.
Antes de sairem, tocaram ainda “Toxicity”, e encerraram a apresentação com “Sugar”.
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Banda liderada por Tico Santa Cruz fez show de 50 minutos neste domingo.
Jogando em casa, o Detonautas contou com o carisma (ou cara de pau, para os detratores da banda) do vocalista Tico Santa Cruz para se dar bem com os fanáticos por Guns N’ Roses e System of a Down, as duas principais atrações deste domingo (2).
Em 50 minutos, o grupo formado no Rio homenageu Queen (trecho de “We will rock you”), Raul Seixas (cover de “Metamorfose ambulante”) e tocou seus maiores hits “Outro lugar”, “Quando o sol se por” e “Só por hoje”.
O primeiro show do Palco Mundo, no último dia de festival, começou às 18h50. Com máscara do personagem V, do filme e da graphic novel “V de vingança” que faz referência ao revolucionário inglês Guy Fawkes (1570-1606), o cantor fez discurso de tom político. “Existe corrupção no mundo inteiro. Fiquem atentos aos Tribunais Superiores de Justiça”, disse o vocalista. A plateia respondeu com gritos de “Ei, Sarney, vai tomar…”. Santa Cruz, então, completou: “Eu prefiro conviver com maconheiro honesto do que com bandido de terno e gravata que rouba o povo.”
No fim, o vocalista quase intimou a plateia. “Vamos fazer um terremoto nessa p… Vamos derrubar aquela roda gigante ali. Se alguém do seu lado tiver parado pegue pelo braço e tire do chão”, gritou. Antes de sair do palco, ainda houve tempo para outra rápida homenagem.
O Detonautas parou de tocar e o DJ Cléston colocou “Smells like teen spirit”, do Nirvana. “Vamos relembrar os 20 anos do ‘Nevermind’ [disco do grupo]“, disse Tico. O som foi interrompido logo no começo da música, mas o público continuou cantando regido pelo vocalista. Logo após a apresentação, em rápida conversa com o G1 a caminho do camarim, ele disse que foi grunge quando mais jovem e “não se arrepende” ou tem medo de admitir, por isso a referência ao grupo de Kurt Cobain.
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Mandaram bem! Confira os shows completos do Evanescence e da Pitty:
Evanescence:
Pitty:
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Chuva, atraso e Guns N’ Roses fecham a última noite do Rock in Rio
Axl Rose subiu ao Palco Mundo às 2h40 e saiu duas horas depois.
Cansaço do público e falta de empolgação do vocalista prejudicaram show.
Guns N’ Roses, chuva, atraso e Rio de Janeiro é uma combinação que já virou tradição. Um ano e meio após fazer um show burocrático na Cidade Maravilhosa, em uma apresentação remarcada devido a um temporal, Axl Rose e companhia fecharam a edição 2011 com uma performance ainda menos inspirada.
Após o pesado show do System of a Down, um pé d’água caiu sobre a Cidade do Rock e chegou a alagar o Palco Mundo. Previsto para começar à 1h10, a apresentação do Guns só iniciou 1h30 depois, com um rechonchudo Axl vestindo uma capa de chuva amarela, óculos escuros e chapéu (veja o comparativo dele em 1991 e agora, 20 anos depois).
O figurino “Pica Pau desce as cataratas” foi se alterando ao longo da noite: o vocalista trocou três vezes de camiseta, colocou casaco de couro, tirou o casaco de couro e mostrou uma coleção de chapéus de fazer inveja ao líder do Jamiroquai.
O show
Após iniciar com “Chinese democracy”, faixa do álbum homônimo de 2008, o Guns atacou com três hits de “Appetite for destruction” (1987) que dispensam apresentações: “Welcome to the jungle”, “Mr. Brownstone” e “It’s so easy”. O público acendeu com a escolha e pareceu não se importar com algo que marcaria o resto do show: como o Guns N’ Roses se tornou uma banda cover de si mesma desde o Rock in Rio 2001.
Os integrantes atuais (a maioria é de 2006 pra frente) executam os clássicos dos anos 80 e 1990 com maestria, semelhantes as gravações originais. Porém falta a todos o carisma dos integrantes da formação clássica – o guitarrista DJ Ashba até emula Slash com a cartola e o cigarro no canto da boca. Nenhum deles convence também quando ganham longos e tediosos momentos solos – os guitarristas tocam “Sunday bloody Sunday” (U2) e até o tema de “A Pantera Cor de Rosa”.
“Essa não é a música do ‘CSI?’, provocou Axl após o tecladista Dizzy Reed tocar “Baba O’Riley”, do The Who, no piano. A frase foi dita após um dos vários sumiços que o vocalista deu ao longo do show – ele entrava em uma cabine coberta com pano preto e saía de lá depois, misteriosamente, sempre com um novo acessório na cabeça.
Esses longos intervalos foram aos poucos esfriando o público, que ficou o tempo todo sob uma forte chuva. Apesar de Axl não apostar tanto em faixas de “Chinese democracy”, que teve “Better” e “Street of dreams”, e preferir um grande best-of de seu grupo (“November rain”, “You could be mine”, “Live and let die”, “Patience”, Paradise city” e “Sweet child O’ mine” estiveram no repertório), em nenhum momento o show conseguiu esquentar de verdade, nem nos vários momentos em que o baterista batia no bumbo para a plateia gritar o nome do grupo. “Knocking on heaven’s door” foi um raro momento em que houve uma interação banda-plateia, com o público segurando o refrão após Axl dar seu gritinho característico.
Ele, apesar de se mostrar feliz e bem-humorado, não se esforçou no show e passou a maior parte parado, movimentando-se muito pouco (o palco molhado não deixou, tudo bem). A falta das estripulias do passado fez o público prestar mais atenção na sua voz, que aos poucos se esvaiu. O agudo rasgado característico apareceu somente no começo da apresentação e nas faixas mais lentas. Nas mais pesadas ele se poupou, preferindo o grave.
A única surpresa da noite foi quando eles tocaram “Estranged”, do álbum “User your illusion II”, de 1991. A faixa, que de acordo com Axl não era apresentada ao vivo há 18 anos, foi o momento mais inspirado do líder e de sua trupe. Além de dar um gostinho do que era o Guns N’ Roses no seu auge.
Cold Play declara amor à cidade em grande show no Rock in Rio
Banda britânica tocou por uma hora e 25 minutos.
Chris Martin cantou trecho de ‘Mas que nada’, composta por Jorge Ben Jor.
Não foi por falta de aviso. Das 18 músicas tocadas em uma hora e 25 minutos de apresentação, o Coldplay incluiu sete canções de seu quinto disco, “Mylo xyloto”, programado para chegar às lojas no dia 24 de outubro.
Os destaques da safra 2011 são as mais dançantes e adequadas para coros – “Hurts like heaven” e “Every teardrop is a waterfall”. São também os dois momentos com mais pirotecnia, assim como “Clocks”, de 2002.
Em show recheado de jogos de lasers, fogos de artifício e coros da plateia, o grupo inglês de pop rock mostrou que não gosta de fazer o óbvio.
Sem prejudicar o setlist, o quarteto deixou de fora hits como “Trouble” e “Speed of sound”, mas relembrou lados B como a faixa escondida do disco de estreia (“Life is for living”) e a pouco conhecida canção que abre o segundo CD (“Politik”).
Como fez no festival Splendour In The Grass, realizado na Austrália em julho, Chris Martin fez cover de “Rehab” antes de tocar “Fix you” para homenagear Amy Winehouse, morta em julho (Assista ao vídeo ao lado). Outra homenagem da noite teve como tema o Brasil. Martin cantou trecho de “Mas que nada”, famosa na voz de Sergio Mendes e composta por Jorge Ben Jor, logo depois de “Lost!”.
Das faixas mansas mais antigas, as do disco “A rush of blood to the head” (2002) foram as escolhidas. Em “The scientist”, o vocalista vira o microfone para a plateia, que entoa os versos. “In my place”, por sua vez, teve o dedilhado da guitarra cantado em coro pelos fãs.
Acompanhado apenas por seus três colegas de banda no palco (Jon Buckland, Guy Berryman e Will Champion), Martin se esforça bastante para mimar a plateia. Passeia com bandeira do Brasil, rege os vários coros do público, tenta a sorte várias vezes no português e grafita a palavra “Rio” com um coração no lugar da letra “o”.
As 100 mil pessoas respondem bem e acompanham várias das canções desconhecidas como se fossem hits, às vezes com pulos (“Charlie Brown”) e noutras com palmas fora do ritmo (“Us against the world”). A fidelidade dos fãs é tamanha que até o deslize de Martin no final de “Violet hill”, ao errar um acorde de violão, leva aplausos. Assim fica fácil.
Frejat, Maná e Marron 5 também foram destaques da noite.
No show que abriu o Palco Mundo deste sábado (1), Frejat apresentou sucessos do Barão Vermelho, da carreira solo e alguns covers.
Frejat ainda arriscou um medley do soul brasileiro, cantando Tim Maia (“Não vou ficar”, “Réu confesso” e “Você”) e Os Paralamas do Sucesso (“Caleidoscópio”). Caetano Veloso (“Você não entende nada”) e Legião Urbana (“Ainda é cedo”) também foram lembrados.
O melhor momento da noite foi a participação de seu filho, o adolescente Rafael, em “Malandragem” e “Amor pra recomeçar”. O garoto não fez feio na guitarra, principalmente no solo do hit imortalizado por Cássia Eller, para orgulho do pai coruja e da família, que assistia a tudo na frente do palco.
Veja abaixo o show completos do Skank, Marron 5 e Maná:
Skank:
Marron 5:
Maná:
Ivete Sangalo e Shakira comandaram a noite de sexta no Rock in Rio
No dia em que o pop latino e sensual da cantora Shakira fechou o Palco Mundo, o Rock in Rio contou ainda com outro destaque feminino: Ivete Sangalo, cujo repertório passou por hits como “Acelera aê” e até cover de “Easy”, dos Commodores de Lionel Richie. Entre as apresentações das duas apareceu o hard rock de Lenny Kravitz. O rapper Marcelo D2 e o quinteto mineiro Jota Quest abriram a programação do Palco Mundo.
‘Sou Brasil e amo vocês’, diz Shakira, com Ivete, em show no Rock in Rio
Ela não usa playback, softwares para corrigir a voz e utiliza sintetizadores com moderação. Mesmo assim é de Shakira o melhor show dentre as várias divas pop que cantaram nesta edição do Rock in Rio. Sem deixar de mexer os quadris por um segundo e correndo de um lado para o outro do palco o tempo todo, a enérgica cantora colombiana fez uma apresentação completa que foi do rock ao flamenco, do eletrônico a world music, do pop a MPB: ela cantou “País tropical” ao lado de Ivete Sangalo.
A participação foi uma das surpresas que a artista preparou para a noite. Em março, Shakira se apresentou em São Paulo e deixou de fora do set list “Estoy aqui”, hit que a tornou um fenômeno no Brasil em 1996. Para o show desta noite, teve até fã levando faixa para ela não esquecer do sucesso novamente. E deu certo: foi a canção que abriu o espetáculo, levando a delírio os 100 mil pagantes.
“Meu desejo para essa noite é que todos se divirtam. Estou aqui para satisfazê-los. Aproveitem que esta noite sou toda de vocês”, anunciou a cantora após “Te dejo Madrid”, esbanjando simpatia em um português carregado, quase lusitano.
A primeira parte do concerto é praticamente roqueira e traz Shakira fazendo pole dance no pedestal do microfone por várias vezes. A banda de apoio solta o dedo e deixa faixas como “Whenever, wherever” ainda mais pesadas. A música, dançante na versão original, conta com um trecho de “Unbelievable” do EMF e teve a participação de seis garotas chamadas por Shakira ao palco – a ideia era que elas repetissem o rebolado da artista. Não deu lá muito certo, apesar dos esforços.
Para o bis, a maior surpresa da noite: “País tropical”, que já estava prevista no repertório, teve a participação de Ivete Sangalo, que a colombiana fez questão de chamar de amiga. “Sou Brasil e amo vocês”, resumiu Shakira, no ritmo de “sou flá-flá, ela é nenê”.
A partir daí a apresentação se tornou uma festa ainda maior, com “Hips don’t lie” e “Waka, waka”, que teve diversos fãs dançando ao lado da colombiana.
Ivete traz micareta para o Rock in Rio e brinca: ‘Hoje é dia de suingue, bebê’
Quando o nome de Ivete Sangalo foi anunciado no Rock in Rio, muitos reclamaram da escolha e batizaram o festival de “Axé in Rio”. A artista não sentiu as críticas e comandou uma micareta na Cidade do Rock ao apresentar durante 1h10 diversos hits de sua carreira. “Hoje é dia de suingue, bebê”, afirmou ao público, criando a sua versão da frase de Christiane Torloni que se tornou viral na internet desde o 1º dia do evento.
Toda de branco em um macacão com detalhe prateados, a rainha do carnaval baiano entrou no palco ao som de “Brasileiro”, que trouxe no telão diversas imagens da Cidade Maravilhosa. O público tirou o pé do chão e entrou no clima, que teve na sequência a electro-axé “Acelera aê”, “Abalou”, “Festa” e “Sorte grande”, que no final teve os versos do funk “Um tapinha não dói”.
A cantora, boa de marketing, mostrou-se emocionada desde o começo com a onda sonora que o público levava para o palco. Na quarta música, bateu no peito, abaixou o microfone e falou “vocês são f…”. Depois de “Poeira”, brincou com o carinho: “Tô desconfiada que vocês sabem que gosto disso…”, afirmou ela, para logo depois dizer que mandaria no público durante a noite. “E a primeira ordem é divirtam-se”, berrou, antes de iniciar “Cadê Dalila?”.
Ivete já havia se apresentado antes nas edições do Rock in Rio Lisboa e Madri e dedicou o début no Rio ao filho Marcelo, de 1 ano. Também contou, quase em um stand-up, como tietou Stevie Wonder no camarim na noite de quinta (29). “Babei na blusa dele. O que eu mais espero dos fãs quando vão me ver é que eles se emocionem. Então podem babar em mim”, riu.
O show teve 15 músicas, com um medley da Banda Eva no final: “Eva”, “Alô doçura” e “Beleza rara”. Seu único, e grande improviso, foi a cover de “More than words”, do Extreme”, em que cantou acompanhada apenas de um violão e de um backing vocal.
Maluquices de Ke$ha, tributo ao Legião, Joss Stone e show histórico de Stevie Wonder, marcaram 4ª noite do Rock in Rio
Em sua segunda semana, o Rock in Rio 2011 retornou nesta quinta-feira (29) com shows de artistas que bebem diretamente da black music para compor seu repertório. Além da referência óbvia ao americano Stevie Wonder, principal atração da noite, ouviu-se funk e soul nos setlists de quase todos os músicos do Palco Mundo – da “art soul” de Janelle Monáe ao acid jazz do Jamiroquai.
Até o Palco Sunset se enquadrou na temática, com apresentações de Afrika Bambaataa e da cantora inglesa de R&B Joss Stone (eleita a musa do dia).
Homenagem ao Legião leva publico a momentos de emoção
Na grande homenagem que a Legião Urbana, acompanhada da Orquestra Sinfônica Brasileira, um dos momentos mais emocionantes foi a hora de “Será”. Coube a Herbert Vianna tocar os famosos acordes que abrem o clássico da banda de Renato Russo.
Apesar de maluquices e grande esforço para agradar, Ke$ha faz uma das piores apresentações do Rock in Rio
Apesar de se esforçar bastante no palco – quebra uma guitarra (“Fuck him”), “bebe” sangue falso de um coração mais falso ainda (“Cannibal”) e dá piruetas desconjuntadas -, Ke$ha ficou perdida em uma noite com tantos artistas dedicados à soul music. Seu dance pop é divertidinho, mas vitimado pela curta discografia da cantora.
Com Joss Stone, Sunset vira principal palco do Rock in Rio
A cantora inglesa Joss Stone chegou ao Palco Sunset do Rock in Rio como convidada especial. Ela interrompeu as parcerias musicais de artistas brasileiros que são comuns ali e conseguiu fazer uma grande apresentação, chegando a se emocionar com um público empolgado, que cantou junto e aplaudiu suas músicas. Até mesmo no Palco Mundo, onde ocorrem os principais shows, o público acompanhou animado, via telão, a apresentação dela.
Joss Stone subiu ao palco minutos antes da hora em que estava previsto o início do show, cantando a canção “You had me”. Ela se apresentou para um público formado especialmente por seus fãs e por casais, e conseguiu fazer uma apresentação quase intimista, interagindo com a plateia, mudando um pouco o repertório e encantando as pessoas com uma voz forte e bela. Para os fãs da cantora, o Palco Sunset ficou pequeno para ela.
Muito carismática e interagindo o tempo todo com as pessoas da plateia, ela chegou a cantar a canção “Last one to know” a pedidos, alegando não estar preparada para isso. Ela convidou o público para cantar junto e ajudá-la com a letra.
Stevie Wonder faz show emocionante na quarta noite do Rock in Rio
A noite de quinta-feira (29) no Rock in Rio foi especial para os fãs de Stevie Wonder. Ele conquistou a platéia com demonstrações de carinho pelo Brasil.
Um coro de milhares de vozes. No tributo à Legião Urbana e Renato Russo, os ex-integrantes da banda tiveram a companhia de velhos amigos, da Orquestra Sinfônica Brasileira e de uma plateia emocionada. A noite foi ficando mais agitada com Janelle Monáe no palco, que não poupou energia para balançar a Cidade do Rock. Outra americana também chegou com todo o gás. Nada de pés parados para acompanhar Ke$ha, que até exagerou para agradar: cuspiu no público, se jogou nos braços dos fãs, deu beijo e quebrou a guitarra. Quando o líder do Jamiroquai surgiu vestido como um cacique, um argentino completava 12 horas em pé. Para suportar a dor, ele tomou três analgésicos.
Se essa foi uma das noites mais dançantes do Rock in Rio, Stevie Wonder pode ser considerado o dono da festa. Foi um sucesso atrás do outro. Stevie Wonder preparou uma surpresa: a filha dele cantou “Garota de Ipanema”. Mas foi o cantor que se surpreendeu ao ganhar de presente um dos momentos que já entraram para a história do festival: um coro de 100 mil vozes. E ele ainda cantou em português. Não tinha como não ganhar os fãs de todas as gerações.
Rock in Rio: No 2º dia, Capital Inicial e Red Hot Chili Peppers domiraram evento.
Noite deste sábado marcou a transição do pop para o rock mais pesado.
Red Hot Chili Peppers fez homenagem ao filho de Cissa Guimarães.
O segundo dia de Rock in Rio serviu como transição do dia dedicado ao pop (estrelado por Katy Perry, Elton John e Rihanna) para o dia do metal – neste domingo (25), com Metallica, Motörhead e outros nomes de peso.
Em vez das coreografias e trocas de figurino, o que se viu foram formações enxutas e barulhentas. Ídolos do rock pesado como Corey Taylor (que canta neste domingo com seu Slipknot) e Mike Patton (Faith No More) deram as caras. Taylor se apresentou com o Stone Sour no Palco Mundo e Patton, com o projeto Mondo Cane, cantou canções pop italianas no Sunset.
Os riffs pungentes do baixo de Flea (Red Hot Chili Peppers) fizeram com que algumas camisas pretas fossem agitadas, mas sons menos pesados também tiveram espaço. No Sunset, Milton Nascimento contou com a suavidade da cantora e contrabaixista americana Esperanza Spalding. Snow Patrol, Capital Inicial e NX Zero uniram canções pop com certo peso nas guitarras.
As bandas não se esquereceram de baladas como “Cedo ou tarde” (NX Zero), “Primeiros erros” (Capital), “Open your eyes” e “Chasing cars” (Snow Patrol), mas fizeram valer mais o ‘rock’ que está no nome do festival do que as atrações da primeira noite.
Capital Inicial agrada fãs com hits de sempre e faz discurso político
No animado show do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto deu beijo nos fãs, cantou junto com 100 mil pessoas e ainda deu uma cutucada política. “Que país é este?” entrou no repertório com direito à dedicatória e tudo.
“Essa aqui é em especial para o José Sarney”, disse o cantor antes de cantar o hit composto por Renato Russo.
Red Hot homenageia Rafael Mascarenhas no Rock in Rio, e tem o show mais aplaudido até agora.
Um dos shows mais aguardados de todo o festival, os californianos do Red Hot Chili Peppers encerraram o Palco Mundo do Rock in Rio nas primeiras horas da madrugada deste domingo (25). Os fãs do grupo aguardavam na beira do palco desde o começo da tarde do sábado e, depois de passar por NX Zero, Stone Sour, Capital Inicial e Snow Patrol, finalmente puderam conferir de perto a apresentação do grupo de funk-rock.
Anthony Kiedis (vocais), Flea (baixo) e Chad Smith (bateria) tocaram sucessos de toda sua carreira; faixas como “Californication”, “Can’t stop”, “By the way”, “Under the bridge” e “Otherside” – a cada uma delas, a multidão pulava e jogava os braços para o alto como se tivesse sido atingida por uma descarga elétrica.
banda também apresentou ao público carioca seu novo guitarrista, Josh Klinghoffer, que substitui John Frusciante. Seu desempenho (preenchido por caretas e expressões de agonia) agradou, principalmente quando se colocava em frente ao baixista para improvisar duetos de dedilhados frenéticos.
Além dos hits mais antigos, o Red Hot incluiu faixas do recém-lançado “I’m with you” (2011). Entre elas, “Monarchy of roses”, que abriu o show, e “Did I let you know”.
Destaque para o desempenho individual de cada um dos integrantes. As danças desengonçadas de Kiedis; as múltiplas pancadas na bateria de Smith; o pescoço de Flea que mais parece feito de borracha enquanto ele debulha as cordas de seu baixo…
Depois da pausa para o bis, o quarteto voltou ao palco vestindo camisetas brancas estampadas com o rosto do filho da atriz Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, morto em 2010, atropelado no Rio de Janeiro. Kiedis só a tirou para tocar a última música do repertório: “Give it away”, um dos maiores sucessos do Red Hot, fechando o show mais aplaudido desta quarta edição do Rock in Rio até agora.
Rock in Rio: Em show quente, Katy Perry diz que Rio é ‘o lugar mais sexy do mundo’
Cantora americana beijou fã brasileiro no palco e foi para perto da plateia.
Apresentação teve várias trocas de roupa e terminou com ‘California gurls’.
Katy Perry trocou de roupa várias vezes durante pouco mais de uma hora de apresentação com caras, bocas e decotes nesta sexta-feira (23) no Palco Mundo. A cantora americana anda de quatro no palco imitando uma gata (“Circle the drain”), finge que chupa o microfone no refrão de “Peacock”, muda seis vezes de figurino só em “Hot n cold” e lembra a todos que noites de sexta geralmente têm a ver com festa (no hit “Last friday night”).
O show, que começou às 22h15, é cheia de coreografias divertidas. “O Rio é o lugar mais sexy do mundo. Eu ouvi muito dos brasileiros, mas nunca experimentei um. Quem quer ser meu namorado por uma noite. Vou chamar o primeiro que tirar a camisa”, comentou, antes de escolher um rapaz da plateia, Julio Cesar, da cidade de Sorocaba (SP). Ela deixou que o rapaz sentisse seu “gostinho de cereja”.
“I kissed a girl”, primeiro hit da carreira da cantora, começa com “versão jazz” (segundo o setlist de Katy), até desembocar no arranjo original, que não comoveu tanto os fãs. Mais pesada e menos pop do que as demais, o lado b “Circle the drain” foi quase ignorado pela plateia. Certas trocas de roupa da popstar ganharam mais aplausos. Outras canções, porém, são recebidas com entusiasmo e gritaria. Em “Firework”, a maioria das garotas adolescentes levantou seus Vestida com uma túnica com as cores da bandeira brasileira, antes de cantar a balada “Thinking of you” (que tem começo só com voz e violão, Katy resolveu (tentar) agradar os fãs. “Vou dedicar a próxima música aos brasileiros e ao argentinos…”, anunciou. Ao notar as vaias, completou: “Não, não, não. Só amor!” No fim do show, foi para a frente do plateia e quase foi puxada pelos fãs.
Rock in Rio 2011: Começou o maior festival de musica do planeta!
Começou hoje na cidade maravilhosa o maior espetáculo musical do planeta. Sim! é um orgulho brasileiro, pois foi o sonho de um brasileiro que há quase 27 anos atrás, fez surgir um festival que é elogiados por todos os artistas do mundo!
A mistura de estilos que se tornou o Rock In Rio, distorce um pouco de seu nome e da primeira edição, mas em contra partida se tornou na noite desta sexta-feira uma unanimidade no quesito mega produções.
Talvez o primeiro grande test brasileiro para os eventos esportivos que chegaram nos proximos anos, nos saimos bem em diversos setores e falhamos em outros como balanço para este primeiro dia de evento, mas o importante é falar de música.
A semana de mega shows esta apenas começando e vamos estar aqui falando de tudo o que rolar no festival…
Lady Gaga aparece sem maquiagem e em traje simples em novo vídeo de “Yoü and I”; assista
cantora Lady Gaga surpreendeu seus fãs ao aparecer praticamente sem maquiagem e em trajes simples em um novo clipe da música “Yoü and I”, algo pouco visto ao longo de sua carreira –tanto em seus vídeos quanto em seus shows. Assista abaixo:
Intitulado “Haus Of Ü (featuring Nymph)”, o vídeo conta apenas com um trecho da canção e é o primeiro de cinco “filmes fashion” que Lady Gaga irá lançar, como anunciou em seu Twitter: “tenho uma surpresa para os pequenos monstros! Não fiz apenas um clipe para ‘Yoü and I’. Há mais cinco filmes fashion a caminho”.
O clipe oficial para a música, que faz parte do disco “Born This Way” –o segundo de sua carreira, foi divulgado em agosto e conta com cenas grandiosas e completamente distintas do novo vídeo, embora a “participação” de Nymph seja uma referência ao primeiro vídeo divulgado, quando Gaga toca piano em um campo enquanto seu alter ego Jo Calderone aparece sentado em cima do instrumento.
Balada do UFC Rio une ‘marias-tatame’ e Lutadores em festa organizada por Rodrigo Minotauro
Os lutadores brasileiros deram um show em cima do octógono do UFC Rio e fizeram a festa da torcida que lotou a Arena HSBC no último sábado. Mas após a noite de vitórias, os atletas foram direto para a balada no Rio de Janeiro, marcada pelo assédio exacerbado das “marias-tatame” e de vários marmanjos “bombadões” do mundo das lutas.
Um dos protagonistas do UFC Rio, Rodrigo Minotauro foi o anfitrião da festa em uma casa noturna no Recreio dos Bandeirantes. O atleta foi recebido no local durante a madrugada como o grande herói ao lado do irmão Minotouro em meio ao assédio da imprensa e dos fãs.
“Tá complicado, não sei o que é mais difícil para mim”, afirmou o peso pesado ao ser questionado por um dos torcedores se encarar os fãs da casa noturna era mais difícil do que enfrentar o rival Brendan Schaub.
A bebida era liberada para todos – cerveja, vodka importada e whisky de até 12 anos. Para participar, era necessário comprar o convite antecipadamente ou estar na seleta lista de convidados do lutador.
O evento ainda contou com a presença de algumas celebridades, como o jogador da NBA e do Flamengo Leandrinho, e uma série de ex-BBBs, como Zulu, Leonardo e Sabrina Sato.
Porém, quem roubou a atenção foram as dezenas de “maria-tatames” presentes no local. O assédio e flerte de algumas mulheres era totalmente aberto em cima dos lutadores do UFC e de outros do staff nos camarotes e na pista de dança.
Mas o assédio em cima dos lutadores não se limitou às mulheres. Vários rapazes musculosos à base de álcool pareciam crianças ao encontrar os atletas com muita tietagem e pedido por fotos. Em meio à celebração, os combates do UFC Rio também era reprisados em telões espalhados pela casa.
Anderson Silva ainda participou da balada, mas só chegou por volta das 4h da manhã, recebendo o mesmo assédio do anfitrião. O evento continuou até o sol raiar e todos irem embora.
Eike Batista embala vips no UFC Rio
A pancadaria no octógono do UFC Rio atraiu as mais diversas personalidades para o evento, do bilionário Eike Batista ao ator Murilo Benício, do primeiro vencedor do torneio, Royce Gracie, à presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. Antes marginalizado, o Ultimate Fighting Championship (UFC) é agora cercado por glamour.
Se Ronaldo optou por não pisar no tapete vermelho e chegar à área VIP por uma entrada separada (foi motivo de risos pelos quilos a mais na comemoração da vitória de Anderson Silva), o fenômeno do Jiu-jitsu Royce Gracie chegou acompanhado do amigo Pedro Valente, ex-médico do Vasco e candidato à presidência do clube este ano com apoio de Eurico Miranda, apesar de ter retirado a chapa antes da reeleição de Roberto Dinamite, que também esteve no UFC Rio. Antes do início dos combates, os dois mostraram confiança nos brasileiros, mas ressaltaram que é um esporte no qual qualquer previsão pode cair por terra em segundos.
“Não é um esporte que você pode garantir que o mais forte vencerá o mais fraco. Se assemelha ao futebol nesse sentido. E essa é justamente a tônica do Jiu-jitsu, o mais fraco vencer o mais forte”, disse Valente, corroborado por Royce. “É uma honra estar aqui, pois foi o meu pai (Hélio Gracie) que começou tudo isso. É uma briga, a decisão só sai no ringue”. O também lutador do UFC Urijah Faber se mostrou empolgado com o evento no Brasil. “É muito legal estar aqui e ver as pessoas tão mobilizadas. Foi aqui que tudo nasceu e é importante voltar à origem”.
Perto dali, na entrada de convidados, Patrícia Amorim chegava à arena com um dos filhos e o marido Fernando Sihman. A presidente do Flamengo confirmou o patrocínio ao campeão José Aldo, que já carregou a bandeira do clube para o octógono, é questão de (pouco) tempo. “A possibilidade é enorme. Ele é muito carinhoso conosco e nós com ele”, disse a dirigente.
Além de Amorim, outras personalidades do futebol estiveram na Arena HSBC, como o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, e jogadores do Fluminense como Fred, Rafael Sóbis e Rafael Moura.

































